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Comprando Moda

Fevereiro 13, 2008

LISTINHAS DE COMPRAS DE NATAL E ANO NOVO ATRASADAS????? NEM COMPROU PRESENTE DE ANIVERSÁRIO PORQUE ESTAVA SEM GRANA??????

Então corre pros OUTLETS e aproveite os preços baixos daquela marca BACANÍSSIMA que você adora. É só ir ao Outlet mais próximo de você!

ADIDAS OUTLETSLAPA
R.Domingos Rodrigues, 640
Tel:38325232

PINHEIROS
R.Teodoro Sampaio, 958
Tel:38910798

JABAQUARA
Av.Jabaquara, 491
Tel:50728202

SHOPPING D
Av.Cruzeiro do Sul, 1100- lojas 2003/2008
Tel: 33131349 / 2294700

DEMAIS MARCAS

Adidas Outlet
R.Teodoro Sampaio, 958, Pinheiros
F: 3082-1031
Vende artigos descontinuados da Adidas.

Bayard Outlet
R.do Rócio, 352, Vila Olímpia
F: 3845-2822 ramal 126
Produtos das marcas Nike, Reebok, Fila, Speedo e Umbro, entre outras. Tem variedade de roupas de ginástica, agasalhos, tênis, camisetas de times e chuteiras.

Drastosa
R. Luis Gatti, 623/663, Lapa
F: 3611-5562 ram. 216/296
A fábrica tem concessão para produzir artigos Nike para toda a América do Sul. A loja vende mercadorias fora de linha e com pequenos defeitos. Camisas oficiais da seleção brasileira e de alguns times nacionais, shorts e roupas de ginástica.

Lenny Off
R. Itape-Acu, 97, Cidade Jardim
F: 3034-2647
Fique atento porque a casa não tem identificação alguma. Um dos quartos abriga a ultima coleção. Biquínis e maiôs custam a metade do preço de lançamento. E vende partes separadas também.

Reebok Outlet
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5522-6308/6189
Tênis, camisetas, jaquetas, agasalhos, roupas para fitness, bolsas, mochilas e acessórios da marca Reebok.

Rosa Chá
R. Doutor Virgilio Carvalho Pinto, 57, Pinheiros
F: 3082-3201
Biquínis, maiôs e roupas de praia, cerca de 50% mais baratos do que nas lojas. Sem saber, você pode levar para casa um biquíni com o qual Fernanda Tavares desfilou ou aquela sunga que Paulo Zulu vestia durante um ensaio fotográfico. Peças usadas em produções de moda e sobras nas trocas de estação vão para esta ponta.

Track & Field
R. Cristiano Viana, 80 – casa 4, Jardim Paulista
F: 3082-2450
Estação atual/coleção passada, para roupas de ginástica isso não chega a ser um problema. Shorts e abrigos, masculinos e femininos, maiôs, biquínis, tops e sungas são sempre mais baratos que nas lojas. Vende também biquínis da Cia. Maritima.

Wise Gym & Beach
R. João Cachoeira, 1481, Itaim Bibi
F: 3845-5314
Funciona como uma loja normal, com o que sobra das outras coleções. São biquínis, maiôs, sungas, shorts e tops para ginástica.

Armadilha
R. Coronel Oscar Porto, 183, Paraíso
F: 3885-4662
Loja de fábrica de artigos de couro (bolsas, mochilas, carteiras, jaquetas, calcas, saias, cintos, bonés).

Banana Price
Alameda Lorena, 1604, Jardim Paulista
F: 3081-3460
Mais três endereços. Sapatos de outras coleções ou fabricados para exportação (Nine West, Enzo Angiolini e Calvin Klein) masculinos e femininos, a loja expõe mais de 2 000 pares.

Darco
Av. Juruce, 639, Moema
F: 241-9702/ 5093-1318
Av. Cruzeiro do Sul, 3079, Santana
F: 6979-6223
Enorme depósito de bolsas de couro e sintéticas, pastas, maletas, malas, carteiras, cintos masculinos e femininos de diversas marcas.

Depósito Xiz
Av. dos Bandeirantes, 175, Vila Olímpia
F: 3044-4744
Segue o conceito de depósito de marcas explorado por outras lojas, como Shoestok e Banana Price. Produtos de coleções passadas com ate 50% de desconto. Artigos para exportação, como Nine West e Bass, também têm bons preços.

Franziska Hubener
R. Funchal, 317, Vila Olímpia
F: 3849-6465
Loja de fábrica da conhecida estilista. O forte aqui são os sapatos femininos (tamanhos 33 a 40). Dispõe ainda de bolsas, cintos, bijuterias e calcados masculinos (37 a 45). São sobras de coleções, peças piloto e artigos com pequenos defeitos ou usados em produções de moda.

Germon’s
R. Augusta, 2566, Jardim Paulista
F: 3062-4995
A loja recebe o que sobrou da coleção anterior nas dezoito unidades da rede. Tudo com 40% de desconto.

Giorgio Gagliani
R. Oscar Freire, 550, Jardim Paulista
F: 3081-2654
Nos fundos da loja, a ponta de estoque mistura produtos de fabricação própria e multimarcas de coleções passadas.

Ittem Fashion Footwear
Alameda Franca, 1166, Jardim Paulista
F: 3088-3524
Vende calçados femininos (tamanhos 34 ao 39) descontinuados, da Ittem e de outras marcas. Descontos em torno de 60%.

Jorge Alex
R. Alfredo Pujol, 1269, Santana
F: 6977-6837
Vende produtos de fabricação própria e Arezzo e Menfes, masculinos e femininos.

Le Postiche
R. Professor Ascendino Reis, 965, Moema
F: 5082-4388
Nos fundos da megastore, estão as boas ofertas de bolsas de coleções passadas, com ate 60% de desconto.

Less Price
R. Gaivota, 576, Moema
F: 5051-3219
O forte são os calçados femininos e botas, nos tamanhos 34 ao 41. Vende artigos de lotes p/ exportação (Nine West, Enzo Angiolini e Gap), nacionais (Claudina e Ferrucci) e de fabricação própria.

Naka Casual Shoes
R. João Cachoeira, 1197, Itaim Bibi
F: 3842-6048
Mistura ponta de estoque e lançamentos das marcas Arezzo, Maraolo e Melissa, além de artigos de fabricação própria (etiquetas Anna Basso e Naka). Há mais oferta de calçados femininos (tamanhos 33 ao 40)

Shoestock
Av. Bem-te-vi, 221, Moema
F: 240-4513
Faz um mix de coleções passadas, peças sem grade de modelos atuais e produtos para exportação. Somados à coleção atual, são mais de 1000 modelos. Lá, a regra é garimpar!

Side Walk
R. Augusta, 2751, Jardim Paulista
F: 3064-7374
No piso superior da loja do Jd. Paulista são vendidos sapatos e roupas de coleções passadas. Calçados femininos (34 a 39) e masculinos (38 a 44). Descontos de 20% a 50%.

Victor Hugo
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5681-9161
A loja mistura peças descontinuadas e com pequenos defeitos as coleções atuais. Os descontos vão de 20% (com pequenos defeitos) a 70% (bolsas e malas de coleções anteriores).

Anéis de Saturno
R. Aspicuelta, 369, Vila Madalena
F: 3031-3443 e 3816-3257
Bijuterias de alumínio, latão, cristais e strass, entre outros, e uma linha de jóias exclusivas.

HL6
R. dos Chanes, 293, Moema
F: 5535-0289
Jóias e bijuterias de prata, ouro, pedra, borracha, couro e semente, assinadas pelos designers Leticia Scarpa e Hugo Torre Curti. Suas criações podem ser encontradas no MAM e no American Craft Museum, em Nova York. Funciona junto à oficina.

Juju Balangandas
R. Amarante, 45, Cambuci
F: 3487-4717
São vendidos anéis, colares, pulseiras, tornozeleiras e tiaras por preços próximos aos de atacado. Materiais utilizados cristais, contas, paetês e argila.

Santa Gema Ponta de Estoque
Alameda dos Arapanés, 1196-A, Moema
F: 5092-2374
Bijuterias e acessórios de fabricação própria e importados das marcas DKNY, Nine West, Givenchy, Carolee, Paloma Picasso e Nina Ricci, abastecida pelas três lojas da rede. Os descontos são de pelo menos 50%.

Three Sisters
R. Inacio Pereira da Rocha, 254, Vila Madalena
F: 3815-8588
A loja funciona junto à oficina de montagem. Peças de latão e estanho, com banhos de prata, ouro e níquel. Anéis, brincos, pulseiras e colares podem ser encontrados por lá.

O Alcaçuzz
R. Professor Joao Brito, 41, Itaim Bibi
F: 3845-0855
Roupa social feminina, como tailleurs e calças de microfibra, acessórios, sapatos e bolsas, com ate 70% de desconto.

Alice Capella
R. Jose Fernandes Torres, 3 A,Tatuapé
F: 218-3919
Cerca de 25% desconto. No 1º sábado do mês organiza um saldão.

André Apasse
Praça Sílvio Romero, 20, Tatuapé
F: 296-9866
Roupa para mulheres que vestem do 46 ao 60. Nas trocas de estação, o que resta nas outras lojas sofre ate 50% de desconto. Há bolsas, sapatos e cintos.

Armazém das Calças
Av. Moema, 399, Moema
F: 5051-5237/7477
Só calças (de jeans, sarja, veludo e outros) fabricadas em Piracicaba, masculinas e femininas. Podem ser incrementados com glitter, bordados e tachinhas.

Armazém das Pontas
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5548-8752
Centro Têxtil
F: 3839-8367
Peças da Crawford (p/ homens, incluindo gravatas e pijamas), Siberian e Club Colors (p/ mulheres) com até 50% de desconto.

Armazin
R. Oscar Freire, 1247, Jardim Paulista
F: 3086-4091
Importa de fábricas ou pontas da Itália e dos EUA grifes como Armani, Versace e Donna Karan.

Bazzar
R. Bem-Te-Vi, 199, Moema
F: 241-5456
Quase toda a loja e ocupada por importados da Europa e de Nova York, de jeans à roupa de festa. Modelos descontinuados de grifes como Kenzo, Givenchy, Absolut, Lagerfeld, Mistery, Vertigo, Moschino e Dolce & Gabbana.

Bob Store
R. Cristiano Viana, 84, Jardim Paulista
F: 3085-7495
R. João Cachoeira, 1170, Itaim Bibi
F: 3845-9365
Calças jeans, saias e blusas com até 70% de desconto. Peças com defeito ficam baratinhas. Vende sapatos e acessórios.

Cecília Modas
Av. Aclimação, 750, Aclimação
F: 279-3551
Peças descontinuadas da grife masculina Bavardage. Ternos clássicos e sapatos com cerca de 50% de desconto.

Centro de Apoio à Criança Carente com Câncer
R.Gonçalves Ledo,80
F: 274-3548
A renda deste bazar permanente é revertida para a própria instituição. Além de roupas vindas de doações, você pode encontrar móveis, livros e utensílios domésticos.

Colcci
R Oscar Freire,720 sobreloja, Cerqueira César
F: 3085 9955
Camisetas, tops, camisas, calças, acessórios e sapatos, masculinos e femininos, com ate 50% de desconto.

Colombo Outlet
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5524-6147
Variedade de ternos, camisas e gravatas com ate 50% de desconto.

Cori
Shopping Raposo
F: 3735-1869
Roupas que não passaram no controle de qualidade e itens com pouca numeração aqui custam, em média, a metade do preço.

Drugstore
R. Americo Brasiliense, 1292, Santo Amaro
F: 5182-7300, ramal 217
Peças piloto, com defeitos ou que encalharam nas araras. Os preços compensam o desconforto e o aperto da área de venda.

Ellus
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5523-2777
Peças da estação em curso, mas com um ano de atraso. São vendidos pelo preço do ano passado. Itens defeituosos têm cerca de 50% de desconto.Empório P&H
Av. Bem-Te-Vi, 111, Moema
F: 5533-4863
Descontos de até 70% nos preços de batas e blusas modelo cachequer (aquela amarrada na cintura), de seda estampada. Mas há sempre novidades

Equilíbrio
R. Oscar Freire, 1260, Jardim Paulista
F: 3081-8594
Funciona no 2º piso da loja. No fim da estação, as roupas vão para lá com até 70% de desconto. Há calças e vestidos básicos, terninhos e roupas de festa.

Fillity
R. Galeno de Revoredo, 101, Itaim Bibi
F: 3079-2547
Roupas da estação, mas da coleção do ano anterior. Tudo pela metade do preço da etiqueta, incluindo tailleurs, roupas de festa e sapatos finos.

Gra Griffes
Av. Pavão, 977, Moema
F: 5561-2299
Multimarcas: Sterna-Fuscata, Rosana Zurita, Luna Piena, Spezzato e a francesa Vertigo. As araras são organizadas por itens e cores: calças jeans e sociais, blusas, tricô, tailleurs… Faz barra e ajustes.

Gregory Off Price
Av. Henrique Schaumann, Pinheiros
F: 3081-7490 e 3083-1908
Coleções antigas e atuais. Descontos de 30% a 70%. Faz pequenos consertos.

Guaraná Brasil Extra
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5548-3815
A grife de moda feminina jovem vende peças com defeito e da coleção anterior pela metade do preço. Sapatos, cintos e acessórios também vão para a ponta.

Iódice
R. Nicolau Gagliardi, 418, Pinheiros
F: 3816-3855, ramal 231
Outra loja bagunçada, mas com preços atraentes. Peças com defeito ou fora de coleção voam das prateleiras. Dica: ligue antes para saber quando chega mercadoria.

Jackie Usava
Alameda Lorena, 1632, Jardim Paulista
F: 3088-6930
Coleções passadas pela metade do preço. Boas dicas são os terninhos de tecidos leves, de tons claros ao pretinho básico, e regatas de tricô. Faz pequenos ajustes.

Lar Escola São Francisco
R Franca Pinto, 783, Vila Mariana
F: 5571-6374 ou 5579-0302
As roupas e os objetos doados à instituição são vendidos com preços bastante acessíveis. Além das compras, você pode aproveitar a ocasião para fazer suas doações.

Les Filós Other Collections
R. Cristiano Viana, 80, casa 3, Jardim Paulista
F: 3083-5676
Marca de sucesso entre as adolescentes. No meio das sobras de coleções passadas e peças com defeito, há boa variedade de jeans, sainhas e blusinhas estampadas. Descontos de 50% a 80%. Também tem sandálias e botas.

Levi’s
Av. Imperatriz Leopoldina, 1349, Vila Leopoldina
F: 3641-6984
Vale a pena até para quem está do outro lado da cidade. Jeans Levi’s 501 americanos e nacionais com excelentes preços. Algumas peças têm defeito. Confira, pois fica tudo misturado. Há camisas e camisetas.

Lita Mortari
R. Tabapua, 1426, Itaim Bibi
F: 3842-2664
Trabalha com a estação atual, mas da coleção do ano anterior. Tailleurs, costumes, vestidos e casacos com descontos de 40% a 70%.

Luigi Bertolli
R. Moncorvo Filho, 485, Butantã
F: 3038-0239
No 3º andar há pecas descontinuadas e com defeitos. Descontos médios de 70%. Dê uma olhadinha nos demais pisos. Sobras de tecido são aproveitadas pela fábrica em peças quase exclusivas.

Marisa Ribeiro
R. Princesa Isabel, 290, Brooklin
F: 5533-6230 e 5543-5173
Loja de fábrica. Vende peças piloto, com defeitos e sobras de coleções. Há blusas de tricô e twin-sets que podem ser usados o ano todo. Em média, 50% de desconto.

Ópera Rock
Av. Padre Antonio Jose dos Santos, 1447, Brooklin
F: 5506-1327
Muitas opções de calças, saias e vestidos, com descontos de pelo menos 60%.

Pas Cher
R. Ministro Jesuino Cardoso, 181, Vila Olímpia
F: 3842-5259
Multimarcas (roupas femininas/masculinas). Compra direto da fábrica ou importa. De calças francesas da Vertigo a blusas de tricô Sterna-Fuscata. Numeração do 38 ao 50.

Phabrica Bazar
R. Otávio Nébias, 190, Paraíso
F: 3887-1695
Coleções passadas das grifes Alice Capella, Heloisa Machado e Contrucci, bolsas PZA e acessórios Madamismo, além de importados. Para homens, Polo Ralph Lauren e Gap. Calçados, só para mulheres. Faz pequenos ajustes.

Ponta d’Stock
R. Cerro Corá, 2222, Lapa
F: 3022-3344
Enorme galpão de grifes modernosas como Lucy in the Sky, Slam, A Mulher do Padre e Caio Gobbi, além de tênis e acessórios alternativos.

Ponta da Villa
R. Purpurina, 326, Vila Madalena
F: 3815-7953
Fabricação própria e de pontas de estoque, a atração são as peças da Ellus e da Vide Bula (em média, 30% mais baratas). Nas prateleiras há jaquetas de couro e sapatos Maraolo (femininos) e Donadelli (masculinos), acessórios e bolsas transadas.

PZA
R do Consórcio, 59, Itaim Bibi
Com roupas e acessórios de couro a preço de custo, inaugurou em março sua loja de fábrica, e parte da renda é revertida para a Sociedade Pestalozzi de Catalo. O espaço traz roupas de coleções anteriores, desenvolvidas para outras marcas do mundo fashion e também da própria marca PZA.

Richards Off
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5541-0349
Grife de moda masculina. Mistura coleções passadas das quatro estações e, em geral, camisas e calças básicas que podem ser usadas o ano inteiro.

Seventeen Off Price
R. Doutor Virgilio Carvalho Pinto, 161, Pinheiros
F: 3898-1941
Essa loja de fábrica recebe as sobras dos pedidos do atacado. Seu forte são as camisas femininas, com descontos de ate 70%.

TNG Off Price
R. Cotoxo, 608, Pompéia
F: 3872-4054
A loja, um tanto apertada, vende de camisetas a ternos e vestidos, com pequenos defeitos. Custam em média a metade do preço das lojas.

VR do Brasil
Av. Imperatriz Leopoldina, 1361, Vila Leopoldina
F: 3641-8369
Mais dois endereços. Coleções passadas Lee e Wrangler. Calças jeans em mais de vinte modelos masculinos e femininos. Tem também bermudas e camisas.

Yachtsman Off
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5522-4099
Centro Têxtil
F: 3839-7366.
Mistura coleções antigas e atuais. Algumas peças dessa coleção são os básicos como camisetas, pólos lisas e calças de sarja têm descontos de até 50%, mas com numeração limitada.

Zizi Tricot
Alameda Franca, 1558, Jardim Paulista
F: 3487-4464
Artigos de tricô, da estação anterior, por até a metade do preço. Peças com defeito são mais baratas.

Zoomp e Zapping
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5522-5072 e 5681-5956
Loja grande, com variedade de modelos e cores. Tudo com ate 50% de desconto.

Corpo e Arte
Shopping SP Market, Interlagos
F: 5521-4331
Lingerie, camisolas e conjuntinhos em tecidos confortáveis e cores neutras, de coleções passadas, com ate 60% de desconto. Não vale a pena comprar modelos atuais, que têm o mesmo preço das lojas.

D’Oro
R. Alvarenga, 2392, Butantã
F: 3813-5300
Mais de 200 modelos de roupas para dormir e lingerie. Os tecidos variam, do conjuntinho básico de malha até as camisolas de seda. Ainda que com 50% de acréscimo sobre a tabela de atacado, os preços são mais baixos que os de varejo.

Forget Me Not
R. Clodomiro Amazonas, 669, Itaim Bibi
F: 3845-4839
O que sobra da produção vai para esta loja de fábrica pelo mesmo preço de atacado. Há boa variedade de camisolas e conjuntos de algodão, além de pijamas masculinos e infantis (2 a 16 anos).

Fruit de la Passión
R. Manoel Jacinto, 57, Vila Sônia
F: 3742-3700
Funciona no piso térreo da confecção. Descontos de até 50% sobre o preço de atacado.

Intimagia
Av. Bem-Te-Vi, 112, Moema
F: 241-9941
Funciona como uma loja normal. Tem uma seção com pijamas e camisolas de outras coleções, com até 50% de desconto.

Lingeria Moderna
R. Eugenio de Medeiros, 626, Pinheiros
F: 3812-5348 e 3813-5315
A lojinha funciona no andar superior da pequena fábrica. Vende pijamas masculinos, femininos e infantis, camisolas e camisetas básicas, com ótimos preços.

Lovable
R. Doutor Edgard Teotônio Santana, 158, Barra Funda
F: 3611-0043, ramal 249
Não estranhe a ausência de placas, o portão enorme e os caminhões. A loja fica ali mesmo, escondida no piso térreo da fábrica. Vende lingerie e camisolas lisas, com renda e bordados. Os preços dos conjuntos de calcinha e sutiã variam de R$10,80 a R$35,00. Mas você pode encontrar pecas inclusive a R$3,90.

Milho Verde
R. Gaivota, 500, Moema
F: 5051-1348 e 5052-4948
Única loja da marca de camisolas, pijamas e roupões masculinos, femininos e infantis. Vende com preço de atacado.

Movimento Natural
Av. Bem-Te-Vi, 288, Moema
F: 5535-8769
Esta ponta de estoque vende peças de coleções passadas. O forte da marca é a lingerie de algodão, em cores neutras e alguns estampados em tons pastel. Camisolas, bodies, camisetas e tops básicos. Conjuntos de lingerie custam, em media, R$ 20,00.

Podiun
R. Barra do Tibaji, 523, Bom Retiro
F: 223-5266
Loja de fábrica, especializada em pijamas masculinos, femininos e infantis. Vende pelo preço de atacado.

Valisére
Av. Itamarati, 277, Santo André
F: 4479-5266
Os preços compensam a ida até Santo André. O grande galpão e um piso para quem quer comprar lingerie com preços irresistíveis. Tem um saldão das marcas Valisére e Valfrance, além de alguns biquínis da Cia. Marítima.

Calçados Luigi(Sapatos CNS)
Rua Conselheiro Crispiniano 115, Centro-SP
Sapatos da CNS que saíram de linha a preços bem mais acessíveis.

Pensando Moda

Fevereiro 6, 2008

Por Diego Andia

Civilização Amish: os padrões do passado poderão ser os do nosso futuro

O princípio de tudo que conhecemos e compreendemos se dá na química biológica das coisas vivas. Devido às milhares combinações de adeninas, timinas, guaninas e citosinas, aminoácidos responsáveis por nossa estrutura molecular e funções biológicas, nascemos loiros, ruivos, morenos, brancos, negros, amarelos, altos, baixos, ora normais, ora não tanto. Mistérios da Natureza que aos poucos o ser humano vem descobrindo e modificando ao seu bel prazer, conforme o avanço da medicina, tanto com as descobertas científicas como em sua própria tecnologia. Creio por isso que o primeiro responsável por aquilo que somos hoje, em todos os aspectos, que no caso vem a ser a moda propriamente dita é aquilo que o nosso DNA nos permite. Como explicar então a quantidade de pessoas que se interessa por um determinado assunto, como Moda? Arrisco o palpite da pouca variedade de assuntos em relação à quantidade de seres humanos existentes: seis bilhões e crescendo. Previsões socioeconômicas estimam que em 40 anos o número de seres humanos irá dobrar. E se dobrar? O que irá acontecer? Podemos pensar as tão comentadas reservas naturais que estão praticamente esgotadas. Como a moda vai suportar tal deficiência material? Qual o futuro da moda como a conhecemos hoje? Tecnologia? Será? Porque queira quer não a moda não é auto-sustentável. Ela é extrativista. E mesmo se usarmos o que já existe como re-utilização de tecidos [fibras naturais] e reciclagem [mineral], ou replantação de arvores que forneçam a matéria prima, tentando fechar o círculo da sustentabilidade, ainda assim, seria extrativista. A sustentabilidade só deixará de ser utopia quando a capacidade de reposição for maior a quantidade de consumo global.

Teses sobre o futuro da moda à parte, a grande questão que fica é: como a moda responderá as necessidades dos seres humanos daqui algumas décadas ou séculos? Dizem que só dominaremos o futuro se conhecermos o nosso passado, e digo isso com convicção, pois o aprendizado só surge com as tentativas de erro e acerto. Talvez a moda tenha uma grande reviravolta no futuro, onde as pessoas, sejam lá as dificuldades que possam vir a surgir, procurem não seguir mais tendências e estilos, e tornem-se menos consumistas, deixando somente a tecnologia guiar a vida, e evitando a destruição generalizada. Só digo que é uma possibilidade. É tão possível essa realidade que hoje mesmo existe um grupo de pessoas vivendo isso. Chegamos ao ponto da discussão do presente trabalho: Os Amishes. Indubitavelmente, para falar sobre os Amishes, teríamos que entrar em questões religiosas, pois o modo de vida deles é baseado na religião protestante. É uma ramificação do protestantismo radical na Suíça do início do século XVII, com o surgimento dos Anabaptistas [acreditam no batismo consciente e por isso somente na fase adulta] e, por conseguinte os Mennonistas. Devido a épocas de perseguições religiosas e militares na Europa [iam de encontro com alguns preceitos religiosos cristãos e sua fé não permitia que pegassem em armas de fogo], migraram à América do Norte e se estabeleceram na região da Pensilvânia. E como falar de religião é igualmente complicado como política e mulheres [sic], pois existem diversas ‘visões’ sobre o assunto. A própria teologia apostólica romana se contradiz em alguns pontos, por exemplo, nas frases do papa Gregório, o Grande, o qual dizia: “O corpo é a abominável roupa da alma”. Contraditória a de Paulo [apóstolo]: “O corpo é o tabernáculo do Espírito Santo”. E o que pensar quando Aristóteles diz que “a alma é a forma do corpo”? Prefiro ficar com os dois últimos, já que o próprio antigo testamento nos ensina que “o Verbo fez-se carne”. E se nós somos obras do divino, então seria um sacrilégio criticar o corpo como mundano.

Recentemente [outubro de 2006] os Amishes tiveram uma repercussão mundial grande devido ao massacre na escola da comunidade do condado de Lancaster, e devido a essa projeção midiática percebi esse trabalho. Conhecidos por preferirem o estilo de vida mais arcaico e por serem muito conservadores e discretos, eles são exemplo vivo de que o ser humano pode viver em condições não condizentes com nossa atualidade moderna. Se, e retifico que somente se, estivermos fadados a um futuro inóspito e sem recursos, talvez sejamos obrigados a olhar nosso passado e ‘aceitar’ uma condição mais regrada e disciplinada como é a vida em sociedade Amish. É interessante como o radicalismo nos soa sedutor, pois se pensarmos a estratégia utilizada por um corpo [no caso de um cidadão Amish] que é a estratégia da não estratégia; simplesmente não querem se ‘comunicar’ visualmente [desapego à estética], a principio das vestimentas que usam: basicamente dois tipos de roupas; a masculina e feminina bem definida [que se mantém igual em todas as idades de ambos os sexos], percebemos que o extremismo de se tornarem “invisíveis” à sociedade, queira quer não chama a atenção. Seria a repetição excessiva de um mesmo padrão visual o motivo da nossa ‘cegueira’. Existe aquela piada que diz que quando vamos ao Japão, ficamos alheios ao mesmo rosto nos encarando.

É quase um efeito de antimoda que eles causam, o qual segundo Queila Ferraz Monteiro, professora de História da Moda, diz em um artigo seu publicado no site FashionBubbles¹, ser um efeito causado pelo surgimento do dandismo no final do século XIX. E ainda segundo ela nesse artigo, o dandismo surge como “estilo que introduziu através do vestuário convencional masculino, a antimoda e também o estilo de oposição”. E os Amishes são bem de oposição, os do ‘contra’, e porque não integrantes de uma possível contracultura? Seriam os amishes rebeldes?

___________________
¹ http://www.fashionbubbles.com/2006/sobre-dandis-e-antimoda-masculina/

Análise fotográfica: 

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Fig3.

amish1.jpg

Olha quanta coisa nos faz pensar sobre a ‘singeleza’ dos Amishes: o que os difere dos punks como ‘tribo’ amplamente levantada durante esse curso? Nada. São exatamente iguais, mas diferentes no ‘look’. Mas é necessária uma ressalva, pois o dandismo se direciona somente aos homens. E as mulheres? Novamente recorro a Ferraz para justificar o caso das mulheres: “A antimoda é a elegância que nunca chama atenção, cuja simplicidade que Chanel reinterpretou para as mulheres no século XX. É a tentativa de encontrar um estilo sem época, de eliminar por completo o elemento de mudança na moda”. Uma coisa em comum é a cor preta, e cores frias. Sóbria, conservadora, parecem estarem sempre de luto [visão ocidentalista, já que o branco é o luto para os orientais, e várias outras culturas]. Com essas palavras tento esclarecer um pouco o estilo Amish, assim como tantos outros grupos sociais, ou ‘tribos’ sociais que se utilizam desse recurso [estratégias] para continuar a perpetuação de suas tradições, crenças, estilos de vida, e que, se estagnarmos como civilização avançada, moderna, e ‘mutante’, no âmbito da moda e das demais coisas, talvez sejamos forçados ao êxodo urbano, um retrocesso da evolução.

Uma referência hollywoodiana é o filme “A Vila [The Village - 2004]”.

 

Pensando Cinema

Fevereiro 4, 2008
piaf
É difícil resistir ao choro em determinadas cenas, especialmente na reta final

Piaf, que mulher!

Pensando em Cinema

Fevereiro 3, 2008

dans paris
Avant la haine
Lui: Sais-tu ma belle que les amours
Les plus brillantes ternissent
Le sale soleil du jour le jour
Les soumet au suplice
J’ai une idée inattaquable
Pour éviter l’insupportable
Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
Brisons-là s’il te plait
Elle: Mais je t’embrasse et ça passe
Tu vois bien
On s’débarrasse pas de moi comme ça
Tu croyais pouvoir t’en sortir,
En me quittant sur l’air
Du grand amour qui doit mourir
Mais vois-tu je préfère
Les tempêtes de l’inéluctable
A ta petite idée minable
Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
Brisons-là dis-tu
Lui: Mais tu m’embrasses et ça passe
Je vois bien
On s’débarrasse pas de toi comme ça
Lui: Je pourrais t’éviter le pire
Elle: Mais le meilleur est à venir
Ensemble: Avant la haine, avant les coups
De sifflet ou de fouet
Avant la peine et le dégout
interprété par Joana Preiss et Romain Duris

Discutindo Moda II

Fevereiro 3, 2008

Troca de e-mails :

” Li o trabalho da Raquel Caires e me chamou muito a atenção para as seguintes citações:

Segundo Beatriz Ferreira Pires, em O Corpo como suporte da Arte, “ Pertencendo a uma sociedade globalizada na qual é cada vez mais difícil a sobrevivência de características próprias, sejam estas individuais, sejam sociais, e em que tudo é descartável e mutável, o indivíduo adquiri a opção de construir seu corpo conforme seu desejo”.

Isso me despertou pro meu trabalho, o qual eu vou no sentido contrário. Enquanto há milhões de pessoas procurando modificar seus corpos para ‘dizer’ algo, ou até mesmo como a Daniele Santana disse em seu trabalho sobre os ritos de passagens que não podem ficar somente na mente e sim necessitam ser exteriorizados, tornando ambas situações de remodelagem corpórea e sinal de um certo ’status’, queria saber o que vocês acham em relação da deformidade física. Como poderiamos classificar isso? Sim, ela [deformidade física] acaba mesmo sem querer criando ‘tribos’, mas será que ela tem o poder de moda, comunicação, etc. como os punks têm? É a mesma coisa? Essas pessoas também não sentem necessidades de dizer algo para o mundo em que fazem parte? Eu acho engraçado certas coisas. Pessoas mudando o corpo para serem diferentes, e os que já nascem diferentes desejando corpos normais.

No mesmo trabalho da Raquel ela cita Zygmunt Bauman. O extranho é necessário, resumidamente.

Levanto outro pergunta. A roupa e os acessórios como elementos de moda, ainda possuem forte influencia no discurso de uma pessoa como o Joseph [o homem elefante]? A roupa consegue sobresair no discurso visual, ou a deformidade consegue tirar esse foco? Arrisco um palpite. Tudo seria questão de se acostumar. Fica a provocação!

att. diego “

Discutindo Moda

Fevereiro 3, 2008

Por Diego Andia

A moda para os que não podem com ela

Quando pensamos em moda, lembramos de grandes marcas, ou mesmo aquela loja na esquina da sua casa que vende roupas certeiramente condizentes com seu tamanho e com o seu bolso. Uma máquina feroz que não descança nem noite nem dia, sua linha de montagem e que continuamente fica produzindo milhões e milhões de peças que num ciclo vicioso desde a matéria prima, chega pronta, toda costurada, nas cores, formas e detalhes que a moda dita a cada seis meses. Isso num mundo de 6 bilhões de pessoas.

Isso me faz pensar. E as pessoas que não podem com essa moda, como ficam? Falo fisicamente. Seus corpos não condizem nem no tamanho, vá dizer com o bolso! Por isso, diante de textos de Kathia Castilho sob a proposta da construção da imagem corpórea que cada indivíduo toma, e digo isso no âmbito de modificação estética, como tatuagens, piercings e etc, questiono alguns trechos.

1º trecho

“… O sujeito enquanto enunciador constrói sobre seu corpo um certo discurso que objetiva sua presentificação ou performance, expondo uma certa prática de edificação de atuação dos enunciados que se encontra já incorporada à sua ação do vestir. O próprio atuar, ou seja, vestir-se, o exibe, já que no próprio enunciado estão inseridas suas concepções. “Seus posicionamentos, pontos de vistas, apreciações e valores explicitam-se pelo modo como ele organiza o discurso: na escolha das cores, no uso específico de uma forma, no emprego reiterado da mesma figura, no gênero de iluminação utilizada, na estruturação de um ritmo, na opção por determinada distribuição etc…” A.C.de Oliveira.

2º trecho

Também há uma relação do movimento ou articulação natural do corpo humano que é inerente e interior à possibilidade de articulação que o traje impõe ao corpo. A roupa lhe concede um movimento exterior diferenciado e segundo A.C. De Oliveira: “as roupas interferem diretamente no movimento do corpo, na medida em que elas o acompanham, o assinalam,outras vezes o restringem ou ao contrário, o convidam e portanto, elas o controlam” Ana Claudia M. A. de Oliveira.

3º trecho

Se a necessidade de distinção original entre os homens, especificamente, no campo da sexualidade – distinção entre feminino e masculino – perpetua-se na cultura e as concepções são estruturadas nesse principio binário, o que poderíamos dizer sobre o unissex? Após a década de 1960, existe realmente uma tentativa de reorganização estética mediante princípios baseados na igualdade sexual, política, social e econômica dos sexos, que se comprometem com a idéia de androginia e hermafroditismo, concepções distantes do conceito fundamental da comunicação humana. Se o corpo é revestido de forma mais democrática e as possibilidades de vestir e revestir o corpo tornam-se amplas e os papéis sociais que correspondiam a cada sexo misturam-se enfocando um novo modelo social, a forma de atrair e exibir os atrativos de cada configuração corpórea deve manter algumas características que garantam o reconhecimento da sexualidade, ainda que ela esteja dissimulada…”

 

Tatuagens e escarificações, assim como o vestuário, re-modelam corpos, que, por sua vez, vão sinalizar a idéia de pertencimento do sujeito a determinados grupos – em detrimento de outros. Tal afirmação é fato. Mas o que acontece com aquele nicho de pessoas que possuem em seus corpos as “formas” irregulares dadas pela própria mãe natureza¹? Sem intervenções provocadas pelo homem com o intuito de se pertencer a um grupo? Será que tal pensamento se aplica a eles?

Falo das pessoas que possuem deformidades genéticas, doenças crônicas de nascença, e que por si só fazem parte de uma pequena parcela da sociedade. Será que fazem? Questiono isso, pois entro na questão de preconceitos. E falar disso requer mais tempo e mais conteúdo acadêmico. Mas tentarei ser sucinto.

Falamos do corpo, da pele, da roupa, da segunda pele, das formas, das cores, dos estilos, do luxo, da sexualidade, comportamento, da pós-modernidade, de tatuagens e intervenções com objetos que o homem faz para, de forma resumida, expressar seus sentimentos, desejos etc.

E tudo isso é explicado quando entendemos que existem bilhões e bilhões de pessoas no mundo, e que cada um tem o seu estilo. A moda é uma metralhadora de possibilidades, certo? Não, somente em termos. A moda possibilita aquilo que é viável em escala mundial. Você pode ter seu estilo, mas só o fará se comprar peças que foram feitas em escalas industriais, ou em casos específico, se você mesmo as fez.

Digo isso pensando naquelas pessoas que são realmente excluídas da sociedade e tratadas como freaks. Imaginem todas as situações que essas pessoas passaram por ser diferentes, não por que elas escolheram, mas porque foram impostas a tal situação. A moda não comporta tal imposição. A moda quer o belo [ou procurar deixar o estranho bem legal], o descolado, e mesmo buscando suas inspirações no absurdo muitas vezes, eu não vejo como a moda pode comportar em pleno século 21, pessoas com duas cabeças, com nenhuma perna ou braço. Pensem, até 1940 era comum encontrar casas de espetáculos nos EUA, chamadas de Freakhouses ou Circus. Os Freakshows, aonde mostravam pessoas com elefantíase, pessoas siamesas, com protuberâncias pelo corpo, as ‘mulheres barbadas’, corcundas, faquires com suas peles naturalmente mais grossas e secas, etc.

freakhousefreakhouse

 

 

O ponto que quero chegar é levantar esse questionamento, e não simplesmente fazer uma atividade de comentário que iria cair em um lugar comum. Todos sendo direcionados para um raciocínio em comum, mesmo com imagens diferentes. Seria redundante.

Vejam a foto abaixo:

Albert-Alberta Karas

albert

 

 

Como a moda encara na realidade a duplicidade de sexos? Albert-Alberta Karas foi por muitos anos, usado em espetáculos por possuir um lado masculino e o outro feminino, e incluindo os dois sexos. Questiono como a moda hoje faria para vesti-lo, sem cair no caricato e eufemismos. Unissex? O terceiro trecho que extraí se aplica nesse ponto.

Temos o caso de Grady Stiles, o homem caranguejo:

mão

Se ele quisesse comprar um par de luvas da Dolce&Gabbana, que supostamente é sua marca preferida, como ele faria?

Na verdade, toda essa história de que a moda e todas suas facetas permitem ao ser humano se expressar livremente como e quando quer, além de permitir que as pessoas possam tem aquilo que querem no âmbito de compras, para mim soam como mentira, ou no mínimo incompletas.

 

Como uma pessoa como Joseph Marrick, o homem elefante, poderia se expressar livremente e ser respeitado como ‘indivíduo’ [realmente ele era singular] sem cair na aberração e julgamentos por parte da população atual? Como vestir esse corpo? Chapéus, sapatos, camisas, calças?

freak freak

O 2º trecho se aplica nesse questionamento.

Agora pretendo quebrar o conceito do 1º trecho:

Chang e Eng Burker, irmãos siameses unidos pela barriga.

chineses

 

Mary e Elizabeth Chulkhurst, irmãs siamesas unidas pelas nádegas.

siamesas

 

O sujeito enquanto enunciador constrói sobre seu corpo um certo discurso que objetiva sua presentificação ou performance, expondo uma certa prática de edificação de atuação dos enunciados que se encontra já incorporada à sua ação do vestir. O próprio atuar, ou seja, vestir-se, o exibe, já que no próprio enunciado estão inseridas suas concepções. “Seus posicionamentos, pontos de vistas, apreciações e valores explicitam-se pelo modo como ele organiza o discurso: na escolha das cores, no uso específico de uma forma, no emprego reiterado da mesma figura, no gênero de iluminação utilizada, na estruturação de um ritmo, na opção por determinada distribuição.

Como podem pessoas unidas uma a outra, discursarem o que pensam através das roupas? Como construir um repertório singular, mesmo que unidos e sendo pessoas distintas, com gostos distintos, preferências distintas, já que seus corpos não permitem?

A real é que existem aos milhões nesse mundão de deus, pessoas que se sentem alheias à esse mundo da moda e que esta nem se quer se preocupa em agregar essa parcela da sociedade no âmbito mercadológico. Termino esse curso pensando dessa forma: “a moda é tudo, menos roupa” – Erica Palomino. Com toda certeza, pelo menos para esse tipo de gente.

 

pernas anãpernas dobradas

unicornio metade

 

Fonte: http://freaks.monstrous.com/index.htm

 

Mesmo que a moda [da época das fotos, ou até nos dias de hoje mesmo] teoricamente tem o poder de agregar pessoas, seja através da roupa, do comportamento delas [natural ou imposta], mesmo o modo que essas pessoas ‘deformadas’ se vestiam [tentavam] de acordo com a moda vigente de sua época [percebemos saiotes, espartilhos, babadinhos, etc], há uma certa segregação. Do que adianta estar na moda, se você não é amparado pela mesma. Digo isso, porque não há moda comercial para esse público. Não vejo marcas brasileiras ou internacionais preocupadas em fazer roupa, por exemplo, para pessoas que não tem braços ou pernas. Pra que elas precisam de mangas e calças? Não poderiam inventar novas formas [ditas esgotadas]? E as pessoas que possuem pés deformados? Onde encontrar sapatos? Eles serão escravos dos chinelos pra sempre [se é que esses vão ser úteis e funcionais]? Como fazer roupas que não agridem a pele de pessoas que têm hipersensibilidade? Alergia? Ficariam sempre nuas, com o mínimo de tecido sobre o corpo?

Questiono o mercado em si, não a moda como criação. Muitas pessoas não podem vestir o que existe, pois a roupa em si dificulta a vida delas. Isso é fato.

 

¹- não quero fazer generalizações e discursar de forma preconceituosa e segregadora, pois como eu disse em outros trabalhos, o feio e o belo são gêneros de beleza. Acredito que tudo que vem da Natureza está em perfeita união com tudo e o todo. Todos somos o que somos e isso por si só é perfeição, é belo. Grande filosofia taoísta. Todas as coisas que existem, existem para uma função. Devemos despertar para isso.

 

 

 

 

 

Pensando Moda

Fevereiro 3, 2008

Por Diego Andia

S[sensuality]ex in the city

Que assunto danado é esse de sensualidade e erotismo. Danado, pois ele pode nos remeter a danação [não somente a religiosa]. Mítico, burlesco, sedutor, soturno, mágico, inebriante, boêmio, depravado, que levam as pessoas ao pecado. Será pecado? As carolas mais tradicionais afirmariam com veemência, mas será mesmo o ato de seduzir as pessoas um pecado?

Somos seres humanos, mas antes disso, somos animais, instintos e feromônios à parte. Estamos presos na cadeia da evolução, e segundo Darwin, a seleção natural nos impulsionam sempre em busca do melhor fenótipo. Mas também somos sensíveis, e gostamos do prazer físico. E fisicamente falando, somos essencialmente estéticos, e nos atraímos pela beleza do corpo. Nada disso seria se não fosse pelo lado egóico das pessoas. Procuramos o melhor [ou pior] de nós no outrem. “É que Narciso acha feio tudo aquilo que não é espelho”. Uma afirmação completamente ocidentalista e européia.

A sensualidade é algo relevante. Para uns, o poder é o máximo de sensualidade que uma pessoa pode passar a outra. Outras acham sensual quem tem carros de luxo, ou dinheiro. Enfim, sabemos de uma única coisa. Todos seduzem e são seduzidos. É um jogo. Ganha aquele que souber jogar. Mas tem que tomar cuidado, pra não se tornar preza.

As Gueishas [fig.1], por exemplo, são capazes de exprimir o ápice da sensualidade e erotismo da sociedade feudal japonesa até os dias de hoje, sem ser vulgar, ou mostrar pele. A sensualidade está em não mostrar e sim ser submissa ao homem, mostrando ser uma mulher frágil.

Já a cantora pop americana Cristina Aguillera [fig.2] recentemente lançou um álbum onde aparece na capa com um look pin up navy dos anos 50. Uma outra forma de mostrar a sensualidade e erotismo, dessa vez com menos roupa e mais curvas.

Seguindo esse exemplo, temos também o look sexy dirty dark da personagem Elvira [fig.3], dos anos 80, que também explora o sensual com maquiagem reforçada, curvas e olhares de prazer e luxúria.

Esse é o olhar do homem que apresenta um erotismo que enfatiza o visual e certas partes do corpo feminino, como podemos observar pelo grande número de revistas pornográficas. A mulher valoriza um erotismo mais tátil, considerando a pele a nossa maior zona erótica. O erotismo masculino é mais visual, mais genital; O feminino, mais tátil, muscular, auditivo, mais ligado aos odores, à pele, e ao contato.

Os homens procuram a nudez feminina, e conseguem se excitar facilmente com fotografias, estátuas e a literatura erótico pornográfica. Já as mulheres também se atraem pelo nu masculino, porém tem maiores fantasias com homens completamente vestidos, muitas vezes com uniforme. A fantasia feminina é mais elaborada e sempre revestida de algum sentimento.

No caso do erotismo masculino e sensualidade masculina, um exemplo direto são os meninos da Cia. Chippendales [fig.4], a maior e a mais famosa companhia estilo “clube das mulheres” do mundo.

 

Fig.1

gueisha

Fig.2

candy man

Fig.3

elvira

Fig.4

chippendales

Pensando Moda

Fevereiro 3, 2008

Por Diego Andia

 

 

 

Antes leia o texto:

A linguagem do corpo: o Corpo fala


“No nosso corpo se revela o desejo de Deus”.[1]

O advento da Internet trouxe reformulações profundas em todos os aspectos de nossa Sociedade, principalmente no campo da linguagem.

Apesar de todo estudo desenvolvido sobre semiótica, acredito que a Linguagem do corpo é a mais significativa, pois é a linguagem do vivido, da encarnação, do poder (dunamis).

1. A linguagem do corpo é a linguagem expressiva. É uma linguagem que sai do significante/significado e se expressa no movimento. O movimento é inconcebível… É misterioso… É mágico… É litúrgico.

2. A linguagem do corpo é a linguagem sensual. O movimento é sexy… O corpo goza… Não há orgasmo fora do corpo.

3. A linguagem do corpo é a linguagem comunicativa. O corpo fala. Fala mais alto, grita e agita, enfim, comunica.

4. A linguagem do corpo é a linguagem emotiva. O corpo chora e ri em alternâncias de emoções. O corpo sente, somatiza. O corpo se emociona.

5. A linguagem do corpo é a linguagem dramática. O rito é a dramatização do mito [2]. O mito é a linguagem religiosa que expressa sua verdade. No corpo, o santo e o profano falam, dramatizam.

6. A linguagem do corpo é a linguagem interativa. Na era da globalização, do DESCONSTRUTIVISMO, da interação, o corpo interage. O corpo se expressa no conjunto.

7. A linguagem do corpo é a linguagem comunitária. A linguagem comunitária tem dois aspectos: comunhão (koinonia) e mensagem (kerigma). A comunidade preserva sua mensagem através do corpo. Como é lindo ler os rituais do VT…

8. A linguagem do corpo é a linguagem do divino. “E o verbo se fez carne… e tabernaculou entre nós” [3]. Não podemos desassociar o Cristo Salvífico (da fé) do Cristo histórico. A Salvação é linguagem do corpo: Cristo morreu por nós… E ressuscitou… O CORPUS CHRISTI.

9. A linguagem do corpo é a linguagem do pecado. O corpo peca… E gosta. O impulso para a vida passa pelo eros (eros) e tanatos (tanatos). O corpo peca porque há esperança de remissão, e não há remissão sem derramamento de sangue [4]: O corpo sofre.

10. A linguagem do corpo é a mensagem do perdão. Se o corpo peca, o corpo se arrepende. Há remissão no e do corpo. Não há mais espaço para o maniqueísmo, dualismo, dicotomismo freudiano. O corpo nega isto… O corpo se auto-afirma.

“O CORPO FALA E FALA MUITO, COISAS QUE NÃO QUEREMOS DIZER OU SUBLIMAMOS”


[1] ALVES, Rubem. Creio na ressurreição do corpo: Meditação/Rubem Alves, 2a ed. SP. Sagarana, 1984 p.03 .
[2] ALIADE, Mircea. Mito e realidade. SP. Ed. Perspectiva, 1972, p.11.
[3] Bíblia Sagrada, Evangelho de João 1:14.
[4] Bíblia Sagrada, Hebreus 9:22.

Pela ótica do texto de Vanderlei de Barros Rosa [O Corpo Fala], podemos compreender a complexidade e importância que o corpo como estrutura tridimensional e agregada ao poder da pele, que permite qualquer intervenção estética, tem.

Não há nada tão mais político que o corpo. Todos a temos. Ela é democrática. Mais democrática que lágrimas, prazeres, sentimentos etc.

Tanto é verdade que foi o primeiro ‘veículo-mídia’ que os primeiros hominídeos descobriram para se ‘comunicarem’. E quando falo em primeiros seres humanos, digo, tribos. Visto historicamente ou em evolução, uma tribo consiste de uma formação social antes do desenvolvimento de, ou fora de estados. Muitas pessoas usam o termo para referir-se a sociedades indígenas não ocidentais. Alguns cientistas usam o termo para referir às sociedades organizadas largamente baseadas em corporações de grupos de descendentes.

Não tão diferente do dias de hoje, as tribos se modificaram e se tornaram urbanas. Segundo o Wikipédia, as tribos urbanas (ou metropolitanas) são constituídas de micro grupos que tem como objetivo-mor estabelecer “redes de amizades” a partir dos interesses e afinidades em comum. Essas agregações apresentam uma conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir. Um exemplo conhecido de tribo urbana são os Punks.

Enfim, a civilização humana possuiu diversas facetas, as primeiras civilizações, os hindus, os bárbaros, os nórdicos, os maias e os astecas, etc, uma infinidade. Cada região isolada do globo possuiu povos diferentes, culturas diferentes, ‘modas’ diferentes.

No campo da arte contemporânea, o poder dessa pluralidade de expressões corporais foi muito bem exemplificado na exposição Corpos Pintados, um projeto chileno que veio ao Brasil. Corpos de diferentes raças em estado natural, pintados, possibilitando diversas leituras visuais.

Corpos Pitados:

corpos pintadoscorpos pintadoscorpos pintados

E esse raciocínio me fez lembrar dessa exposição, particularmente um vídeo-documentário que eu assisti lá, onde mostrava uma tribo da terra do fogo, os Selk’man, povo indígena que pintavam os corpos como forma de comunicação, pois não possuíam códigos lingüísticos verbais decifráveis. Essa civilização já desapareceu, e as únicas fotos foram feitas no início do século passado. Um exemplo isolado, e longe da nossa realidade cotidiana, mas que reflete a complexidade do corpo, a fragilidade dele como qualquer outra espécie, que se perde na história, e que também é cultura de pesquisa de moda.

 

Selk’man:

selkam

 

selkamselkamselkamselkman

 

na moda:

selkman

selkman


Pensando Moda

Fevereiro 3, 2008

Por Diego Andia

 

Diferenciação e estruturação da linguagem visual em moda [e para todas as coisas]

De uma maneira mais nua e crua, o assunto abordado  se resume ao entendimento conotativo e denotativo das coisas. Como acontece na linguagem literária e não literária. Ex: A linguagem literária é caracterizada por sua plurissignificação, cuja base é a conotação, é utilizada muitas vezes com um sentido diferente daquele que lhe é comum.

Podemos citar como exemplos de textos literários o conto, o poema, o romance, peças de teatro, novelas, crônicas. A linguagem não-literária é a utilizada com o seu sentido comum, empregada denotativamente, é a linguagem dos textos informativos, jornalísticos, científicos, receitas culinárias, manuais de instrução etc.

A semiótica surge então como proposta de estabelecer parâmetros de compreensão dos significados da comunicação, seja ela verbal, visual, textual, etc.

Queen

A imagem acima é perturbadora. Não no “sentido” pejorativo. Perturbadora, pois faz uma ruptura de valores e da moral. A pergunta que fica é: Como pode uma rainha, como a rainha da Inglaterra mostrar suas pernas e ainda fazer cara de “estou gostando disso”? A mensagem aqui proposta quer derrubar tabus, e se comunica diretamente com as pessoas mais “quadradas”, antiquadas e diz que hoje é o momento delas se libertarem das amarras das tradições e mostrar um lado obscuro [que geralmente é o sexual nesses casos] que por muito ficou preso e muito foi desejado em ser mostrado. Se a rainha que é rainha pôde, então você também pode. Imagem alusiva à Maryling Monroe e à atriz Kelly LeBrock que interpretou Charlotte no filme A Dama de Vermelho.

dama

Discutindo Moda

Fevereiro 3, 2008

Sobre o post abaixo, onde eu falo sobre Gothic Lolitas, na verdade foi um fórum de discussão acadêmico, onde eu e diversos colegas debatiamos os textos e as propostas de imagens que cada um levantava.

Reproduzo em partes as idéias discutidas que também contribuiram para a reflexão em moda.

Pricilla Martinelli: “Cada um é livre de se expressar conforme lhe convêm, bizarrices à parte, claro.”

- e quem define o que é bizarro?

- Segundo Ted Polhemos, a partir dos anos 90 com o crescimento de tendências e de estilos resultando numa multiplicidade de modas. Hoje a complexidade das mensagens da aparência dos jovens torna impossível ou um exercício muito, muito difícil, transcrições dessas mensagens.”

Diego Andia: “O bizarro cai no gosto de cada um. Umberto Eco acaba de lançar seu livro História da Feiura. Te recomendo Pricilla, pra sanar sua dúvida. Leia a materia que saiu na Folha, http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u336030.shtml


Priscilla Martinelli: “Diego, no livro de Eco,”On Ugliness” (sobre a feiúra), ele só afirma que a feiura é mais interessante que a beleza. Mas obrigada pela dica de leitura.”

Diego Andia: “Segundo o dicionário michaelis o temo interessante significa “que interessa, que atrai a atenção, importante, simpático. Interessar por sua vez significa: ser interessante, proveitoso, útil…Atrair, provocar curiosidade; o interesse. Por fim, acredito que uma coisa somente é interessante, se ele despertar algo sensível na pessoa, algo que a pessoa goste ou não. Num mundo em que a maioria das pessoas buscam o belo, seja pela plástica, ou o belo no cotidiano [uma bela casa, um belo jardim, um belo carro, etc] ao mesmo tempo é saturado, mas mesmo assim, totalmente irrevogável, o ‘interessante’ que eu entendo que Eco propõe é despertar nas pessoas o gosto ou o interesse pelo feio, que por si só é um aspecto de beleza. É um gênero de gosto.

E o que é o gosto? Pelo que eu aprendi, é aquilo que sempre damos atenção. O simples fato de algo ser inusitado, diferente, que chama atenção, é uma possibilidade de um sentimento de gostar [as vezes não desenvolvida].

E existem vários tipos de feiura, não somente física. Existe a feiura moral, a feiura social, a feirua comportamental, a feiura pscológica com os diversos distúrbios conhecidos, e assim vai. Mas há pessoas que tem gosto por serem feias moralmente, socialmente, psicologicamente. Sinceramente eu sou do time de Fibonacci e seu número aurico 1,6.

Mas não me peça para explicar pedagogia e educação familiar, porque sou leigo no assunto. Estou aberto à mais “provocações”. Salve antonio abujamra